Centro Cultural Otávio Guizzo expõe obras de artistas
regionais
Os 104 anos de Campo Grande estão retratados em duas
exposições presentes no Centro Cultural José
Octávio Guizzo. Ao lado da entrada do Teatro Aracy Balabanian,
no Espaço Conceição Ferreira, encontra-se
a coletiva “Iconografia de Campo Grande”. A mostra
foi organizada pelo Marco (Museu de Arte Contemporânea),
e apresenta os trabalhos de Carla Cápua, Darwin Longo,
Evandro Prado, Lelo, Marta Nogueira, Masahiko Fujita, Rafael
Maldonado e Sidney Nofal. Os oito artistas trazem gravuras,
desenhos e pinturas bastante diversificadas, todas com o tema
Campo Grande. São cenas como o fim de feira e o trem
chegando na antiga estação, além de lugares
tradicionais como a Igreja São Francisco, que podem ser
vistos, por exemplo, nas obras de Masahiko Fujita, provavelmente
a pessoa que há mais tempo retrata Campo Grande nas telas.
Já a mostra “O céu é o limite”,
do carioca Galvão Pretto, ocupa a galeria Wega Nery,
logo na entrada do Centro Cultural. São cinco telas produzidas
com a observação do céu da Capital, o qual
Pretto considera de “amplitude e beleza peculiares”.
A exposição é acompanhada de uma oficina
de arte, que acontecerá nas dependências do Octávio
Guizzo. O projeto já percorreu as cidades de Corumbá,
Aquidauana, Rio de Janeiro (RJ) e foi viabilizado com recursos
do FIC (Fundo de Investimentos Culturais).
João Humberto
Site Midia Max News - 21 de agosto de 2003 - 12:56